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Tânia Costa

Massagista

Doula

Formadora

Enquanto Doula, presta cuidados holísticos personalizados, centrados no suporte emocional, espiritual, informativo e/ou prático em fases de vida caracterizadas por mudanças, perdas, lutos, com foco particular no acompanhamento de pacientes com doença oncológica, processos de luto, suicídio, separações conjugais e intervenção familiar.


A presença compassiva e a escuta contemplativa são o contexto para a identificação de necessidades sentidas e a conexão/ativação de recursos internos e externos apropriados, que contribuam para a integridade da pessoa nas mudanças que atravessa. Trata-se de um acompanhamento não médico para pessoas e famílias com vista a diminuir o stress, ansiedade e aumentar os sentimentos de pacificação, conforto e empoderamento perante as circunstâncias desafiantes
que vivem. Caracteriza-se pela proximidade e continuidade que, de acordo com o desejo de cada pessoa, pode abranger o acompanhamento presencial no seu ambiente familiar, a mediação com serviços, entre outros.


Intervém ao longo de todos os ciclos de vida, nomeadamente nos processos de morte. Presta informação para decisões esclarecidas e conscientes, acompanha a pessoa que está a partir e familiares/amigos, apoia na preparação e no pós-morte.


No acompanhamento que desenvolve, Rita mobiliza outras competências e experiências, que lhe permitem combinar diversos serviços. Possui vasta experiência como Assistente Social, Especialização em Cuidados Espirituais Contemplativos,
Aromaterapia Clínica Biológica, baseando-se em diferentes linguagens, como seja a Ecologia Profunda e a Arte.


Este acompanhamento é desenvolvido no âmbito de um Modelo Integrativo, assegurado por uma equipa de terapeutas holísticos, em articulação com os serviços envolvidos.

Doular é cuidar o espaço e o tempo para que a pessoa sinta
confiança para expressar o que precisa ser expressado. É desvelar através da forma como estou presente para o outro, o potencial de ser canal de ressonância, da própria sabedoria inata que cada um manifesta. É caminhar ao lado, com horizonte. É aceitar os processos que cada um vive como oportunidades de desenvolvimento, com a consciência de que as diversas mortes que perpassam a nossa vida transportam pistas para vivermos
melhor, mais presentes conosco e com o que nos rodeia.